Heeey, young blood!

Quem nunca sentiu vontade de assistir a um show daquela banda? Esse é um sentimento que me acompanha desde os doze anos (quando comecei a ouvir Simple Plan, é!) e hoje, aos dezenove, posso dizer com propriedade que é um desejo que não me abandonou nunca.

Já fiquei em casa choramingando por não escutar ao vivo as músicas que eu tanto gosto vááááárias vezes. Morar longe dos lugares onde as apresentações costumam ser, não ter idade suficiente, pais receosos em deixar a filha ir sozinha e não ter grana pra bancar ingresso\passagem\hospedagem. Os motivos que me impediam de realizar esses sonhos são vários! Mas ano passado decidi que se alguma das minhas bandas preferidas anunciasse sua passada pelo Brasil em 2014, ficar em casa enrolada no cobertor fazendo drama não seria uma opção.

Comecei a juntar dinheiro e explicar para os meus pais o quanto eu queria aquilo antes mesmo de saber qual conjunto eu conheceria. Nunca tinha viajado sozinha até então e o receio dos meus brotinhos com os grandes centros sempre foi enorme, portanto sabia que o preparo e muita conversa deveriam ser iniciados bem cedo. No fundo, acho que eles não acreditavam realmente que eu iria levar esse plano adiante já que, ora bolas, nem tinha show de nada que eu pagaria pra ver marcado!

Isso até o dia 5 de março, quando o Fall Out Boy publicou a seguinte imagem em seu twitter:

PRINT FOB

Eu enlouqueci. Uma das bandas que eu escuto desde a sexta série do Fundamental – e que ficou um bom tempo em hiatus – viria para o meu país. Não dava pra deixar passar! Mas quando a data foi divulgada e eu vi que seria em uma quarta-feira, desanimei. Dia de semana? Achei sacanagem. Só que quando uma coisa é pra acontecer, gente, não tem nada que impeça. As peças do quebra-cabeça foram se encaixando e, casando datas de outros compromissos, percebi que seria sim possível ir.

Os meses que antecederam o show se desenrolaram a passos de tartaruga. Tudo fruto da ansiedade, eu sei. É sempre assim. Quando o dia 21 de maio chegou, eu não cabia em mim de tanta empolgação e de repente lá estávamos nós, entregando nossos ingressos aos responsáveis pela recepção do Citibank Hall. Veríamos o Fall Out Boy dentro de poucas horas!

Nunca 1h30 passou tão rápido e eu não estou exagerando. Sério. É até injusto quando pareceu levar tanto tempo para que aquele dia chegasse! Mas acredito que eu tenha aproveitado cada minuto com aqueles meninos ❤ Tive problemas com a câmera nos primeiros segundos do show – o que justifica a ausência de imagens nesse post -, mas não consegui ficar brava porque, CARAMBA, O CHÃO DAQUELE ESPAÇO LOTADO ESTAVA TREMENDO AO SOM THE PHOENIX! Gritei e pulei como nunca com as músicas do álbum Save Rock and Roll e também com aqueeeelas que eu escuto desde novinha, como Dance Dance e Thnks fr th mmrs.

Nós não ficamos apenas com as músicas da banda. Os meninos também tocaram covers de Michael Jackson (Beat It) e da banda brasileira Sepultura (Roots Bloody Roots), o que nos deixou completamente eletrizados. Esses detalhes, claro, podem não ser mais novidade quando já fazem mais de dez dia que tudo aconteceu e as informações já foram comentadas na internet. Mas eu não poderia deixar de escrever sobre um dos momentos mais emocionantes que tive até agora. Foi um sonho realizado. Foi uma noite cheia de significados.

Jamais vou esquecer as luzes piscando enquanto o pessoal na pista gritava pela banda, nem do instante em que as primeiras batidas de The Phoenix começaram a tocar (revelando quatro caras encapuzados no palco, que tocavam e cantavam loucamente). Não vou esquecer de Patrick saltitando pelo palco e pedindo, em português, para que cantássemos com eles (moço, nem precisava pedir!). Pete foi muito querido sempre interagindo com o pessoal e, principalmente, quando soltou o gogó em Roots Bloody Roots. Como Joe não pode comparecer (olá, papai!) fomos apresentados a Ryland Blackinton, guitarrista da banda Cobra Starship, que o substituiu e fez bonito durante todo o show. Outro momento marcante foi o solo de Andy na bateria – fiquei arrepiada. Mas, mais interessante do que apenas ler, seria legal também assistir. Por isso dei um pulo no youtube e separei alguns vídeos das músicas que mais fizeram meu coração disparar (extremamente grata ao pessoal que gravou e permitiu que eu revivesse cada segundinho, já que minha câmera deu piti <3):

(Eu queria colocar mais vídeos, mãããs isso tá ficando muito longo.)

Tudo foi possível graças ao casamento de datas e, principalmente, à senhorita Rafaella e sua família que me acolheram de braços abertos em São Paulo. Eu não poderia finalizar esse post sem antes agradecê-los mais uma vez por tudo ❤

“One night and one more time. Thanks for the memories!”

Fall Out Boy

(Foto tirada do twitter da banda, @falloutboy)

Até o próximo post!

Nikki.

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2 comentários sobre “Heeey, young blood!

  1. AI meu Deus que feliz que você conseguiu realizar um dos seus desejos né ahaha Fall Out Boy é uma banda maravilhosa e o show deve ter sido espetacular né. Espero que você tenha curtido bastante. Beijão.

    1. Ai, realizei ❤ Eles são muito queridos e eu espero vê-los outra vez, porque foi mtmtmtmt gostoso!

      Obrigada pelo carinho, fofinha :3

      Beijócas,
      Nikki.

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