Por trás das câmeras: Malévola

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Desde o dia em que foi divulgado que a Disney estaria fazendo o filme da Malévola, acredito que muitos fãs dos clássicos se animaram bastante, e não é à toa, já que essa vilã é conhecida como a “senhora de todo o mal”. Saber então, o motivo de todo o seu ódio e vingança, foi algo fundamental para despertar a curiosidade dos espectadores.

O enredo sofre de “altas expectativas”, primeiro por ser uma releitura de um clássico, segundo por prometer respostas. A autora, Linda Woolvertron já havia sido responsável pelos roteiros de grandes filmes como “A Bela e a Fera”, e o “Rei Leão”. A história é de fato boa e tem respostas para a origem da personagem principal, mas passa longe do sucesso de “Rei Leão”, apesar de envolvente o enredo às vezes é raso – não desenvolve alguns personagens, e um tanto óbvio.

O foco principal do enredo deveria ser como a mais forte das fadas se tornou a tão temida feiticeira, Angelina declarou que o filme iria mostrar, principalmente para as crianças, que tudo no mundo tem um lado bom e outro ruim. No entanto as pessoas que saem da sessão de cinema ficam mais tocadas pela relação da Malévola com Aurora do que com sua origem em si.

Mas, para compensar as pequenas falhas de enredo, contamos com a incrível direção e produção de arte do filme.

Robert Stromberg é conhecido no cinema pelo seu trabalho como designer de produção em “Avatar” e “Alice no País das Maravilhas”, mas “Malévola”, foi o seu primeiro desafio como diretor. Mas, por que ele foi escolhido? Para um grande filme como esse, não seria melhor convidar algum diretor de renome? Joe Roth, produtor do filme, explica o motivo da escolha de um diretor principiante.

 Quem assistiu ao filme, deve ter reparado que em meio a fantasia, existe muitas referências ao mundo real, e Robert explica a sua intenção, ao dirigir o filme.

 “Eu não queria que o filme tivesse apenas um clima de fantasia e surrealismo, queria que Malévola estivesse mais conectada à terra, mais próxima da realidade. Em alguns dos meus filmes anteriores dei mais destaque aos elementos surrealistas, mas em Malévola tomamos outro rumo: começamos da forma mais realista possível e depois entramos no terreno da fantasia. Por isso, acho que é um novo enfoque”.

Os figurinos, cenários e maquiagem são um show a parte que enchem os olhos de qualquer espectador: obrigada, direção de arte!

Outro destaque na equipe técnica vai para Angelina que, além de atuar no longa, é o principal nome da produção executiva do filme.

 Andressa e Fernanda

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