O que achamos de: Malévola

Aproveitamos a ida no cinema pra encontrar nossa amiga  ;)
Aproveitamos a ida no cinema pra encontrar nossa amiga 😉

Chegamos ao cinema na expectativa de descobrir os furos que o conto d’A Bela Adormecida deixou em nossa infância. Por que Malévola era má? Por que ela amaldiçoa a princesa Aurora? Teria tudo se resumido a recalque por não ter sido convidada para um simples batizado? Nós queríamos todas as respostas e, bom: já adianto que o longa dirigido por Robert Stromberg conseguiu tirar as nossas dúvidas.

Parece que a Disney resolveu prestar atenção em algumas reclamações que meninas do mundo inteiro estavam fazendo, e mudar um pouco o rumo de suas histórias. Desde pequenas, estamos acostumadas a ver filmes onde a princesa encontra seu príncipe, e só é feliz se encontra o amor verdadeiro. Acreditamos que essa seja uma grande ilusão, e que faz com que as pessoas esperem muito de algo, que no final não se desenrola assim. Então, assim como no filme “Frozen – Uma Aventura Congelante”, o foco de Malévola, não foi encontrar o amor verdadeiro em seu par, mas sim, na família, ou quase isso. – Estamos tomando o máximo de cuidados para não soltar spoilers, mas nos perdoem se isso acontecer no decorrer da fala. E mesmo se o filme não fosse tão bom assim, o que não é o caso, já valeria a pena somente por ver Angelina Jolie de chifres contracenando com a própria filha.

Um ponto que chamou muita atenção (que não vamos contar com detalhes claros): Vocês se lembram de que a Aurora na animação não fala muito né? Ela passa metade do filme criança e quando cresce já cai toda no sono profundo, pois então prestem atenção, que no longa foi modificada um pouco esta característica.

Além disso, nessa história, tentaram mostrar o motivo da Malévola ter se tornado alguém tão vingativa e sem amor, e confessamos que foi uma explicação plausível. Durante o filme, você é conquistado a torcer por ela, e não para o Rei, que no clássico de “A Bela Adormecida”, é o mocinho. (Digo o Rei, porque Aurora tem uma história reservada para ela de uma forma bem diferente do seu clássico). A fotografia é sensacional, algo que a Disney sempre acerta. Não teve nenhuma cena em que não ficássemos encantadas com algum detalhe. As cores variam das mais chamativas as mais suaves, numa combinação perfeita que compõem uma atmosfera de sonho. E a Angelina Jolie é fantástica (ponto para eles na escolha do elenco). Nenhuma atuação consegue chamar mais a atenção do que Angelina Jolie, que neste quesito encarna Malévola de um jeito leve, que te induz a se apaixonar por ela e não odiá-la.

Então, para resumir, uma das nossas coisas favorita do filme foi: a quebra do padrão de que nós precisamos encontrar o nosso par para ser feliz. Mais uma vez a Disney não apostou no amor verdadeiro entre um homem e uma mulher como foco do filme, e como deveria ser se seguissem a clássica história. Mas ele continua lá escondido quando o motivo para todo o conflito da trama é justamente o tal do amor verdadeiro. Vocês conseguem apostar de quem eu estou falando?

Preparem-se porque amanhã traremos uma resenha técnica, com mais detalhes, sobre o que achamos do filme!

Andressa, Jacqueline e Nicolle

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